quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A presença aconhegante

D. Cida é a minha mãe. Somos diferentes em praticamente tudo. Quando eu era adolescente, ela queria que eu fosse um profissional de informática. Nunca curtiu muito o fato de eu fazer teatro, por considerar 'perda de tempo'. Na política, em alguns pontos, pensamos diferentes. Ela não gosta muito da maioria de meus amigos. É mais teimosa do que eu. D. Cida também é um tanto nervosa e geralmente não dá chances para 'o outro lado se explicar'! Ah, e até hoje, me cobra pelo fato de não ter conseguido passar no Cotil... E, pelo seu olhar, noto que não concorda muito com a profissão que (finalmente) escolhi - jornalismo.

Por outro lado, tem um coração gigante e um aconchego de mãe únicos de geradoras mesmo. Ela não sabe dizer NÃO em situações onde abre mão de seu próprio bem estar para o de seus filhos. Por viver pouco em casa (quase nada), nos falamos bem pouco. Dias saio de casa logo de manhã e chego quando ela já está dormindo, abraçada com o nosso cão Ícaro.

Acontece que ontem, passei por um problema de saúde e pude constatar que, apesar de todas as brigas feias e discussões fortes que tivemos, mãe é sempre mãe. Precisei ir ao hospital no início da madrugada e a D. Cida (que já estava dormindo) ao ouvir eu e meu irmão comentando sobre isso, logo acordou, se vestiu, e foi conosco.

Observei que ela roeu muito as unhas durante o trajeto. Lembrei-me de quando tinhas provas difíceis de matemática (que nunca foi o meu forte), D. Cida ascendia 2 ou 3 velas, rezava e quando em casa eu chegava, lá estavam os seus dedos todos machucados de tanta preocupação por notícias.

A gente cresce. Passa a ter personalidade. Sei que não sou o filho que a senhora sempre sonhou. Mas eu te amo, de todas as formas!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

O que mais me irrita neste mundo é briga de egos!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

...bocozitas...

Tomei algumas decisões de domingo pra cá. Parar com a cerveja e com o cigarro! A primeira opção é temporária (pelo menos até as comemorações de final de ano), já a segunda, espero que eu consiga ser forte o suficiente para manter-me sem este maldito vício.

Tem a ver com a saúde também. Em junho estava com 81.7 quilos... Hoje estou com 86 quilos. Sim, 5 quilos ou um saco de arroz a mais dentro de mim. A cerveja tem muito a ver com isso.

Dizem que com a interrupção do cigarro, a gente engorda. Enfim, para um cara tão ansioso quanto eu, isso deve ser fato mesmo. Devo pegar leve comigo, caminhar mais e diminuir tudo aquilo que a gente abusa enquanto jovens.

Pra ser bem franco, sou fã nº. 1 da cerveja. A bebo não pra ficar alcoolizado e sim por que ela realmente tem um sabor do qual sou muito fã. Vai ser muito difícil ficar sem ela por este período, por que aprecio o seu sabor.

Ah, sobre a corrida de domingo, eu queria ter me auto-gravado na reta final. Talvez ficaria bastante rico se divulgasse este vídeo na internet. Como alguém pode não entender nada de Fórmula 1 como eu ?

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Amor

Ah, o amor!

Estoure o champagne.
Sinta o gosto da espuma.
Os chocolates.
O filme romântico.
O cheiro.
Único aroma.
O riso silencioso.
O olhar estremecedor.
A saudade.
O ciúme.
As discussões bobas.
O toque (único) que faz todos os nossos pêlos arrepiarem-se.
O beijo.
O gosto.
A adrenalina.
A sedução.
As músicas que ganham novas rimas.
Os quadros que ganham nova cor.
A vida que ganha nova vida.

Ah, o amor!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Um pouco de simplicidade

Final de semana bastante diferente.

Fui para o "Pico do Gavião", em Andradas (MG), acampar com uma ótima turma.

Foi a primeira vez que vivi esta emoção. Bem, nem preciso dizer que depois do tanto de trabalho com a campanha, do desgaste físico e emocional que nos sujeitamos diante de tantas situações, acampar era uma boa alternativa para desligar da loucura da urbanização e sentir as boas energias da natueza!


De Limeira até o Pico são cerca de 2 horas e 30 minutos. Demoramos mais do que isso, por que ao passar por Andradas, paramos em um supermercado para fazermos as compras do jantar. Continha meio salgada, mas não faltou nada na festa realizada à noite no "Pico"... Mas daqui a pouco eu chego lá!



Ao chegarmos em nosso destino (por volta das 19h), impossível não ficar impressionado com a imagem. Sabe imagens que são telas do computador? Pois é. Ninguém da turma viu, mas ao chegarmos, fiquei tão emocionado que até chorei. Demais!



Enfim, começamos a montar as nossas barracas! Com o horário de verão, o sol estava começando a se pôr, e a montagem da barraca seria rápida. Exceto pela mega-barraca da Carol.



A noite chegou, os insetos também, e não estávamos nem perto de conseguirmos montar a barraca de Carol; que estava mais tranqüila do que eu.



Com as minhas manias de quebrar ou tropeçar em tudo, a turma resolveu me eliminar daquele momento tenso: "Vai ajudar na janta". Bem, assim foi.



Sei que já passavam das 21h, quando a Carol chegou no lugar onde jantaríamos, feliz da vida, por que dois rapazes que estavam pelo "Pico" a ajudou montar a barraca.



Rimos muito daquela situação por vários motivos.

1) Como que alguém sai pra acampar sem nunca ter montado a barraca?

2) Como pessoas que vão para o meio-do-mato não levam nem uma lanterna, ao menos?

3) A barraca na Carol tinha até uma varanda. Oras? Como assim?



Sentamos numa churrasqueira de vidro que tinha lá no "Pico" e começamos a jantar e a beber "Itaipava", "vinhos" e "vodkas"!



Momento mágico. Vento forte. Barulhos estranhos. Frio (muito frio). Bebedeira. Cheiro de terra. Cheiro de natureza.


Ao terminarmos de jantar (isso já bem de madrugada), pegamos uma lona e levamos as bebidas num gramado próximo à churrasqueira. Sentamos. Olhamos para o céu.



Não tem como explicar esta sensação. Ter a impressão de que estamos mais próximos do céu do que da terra. Ver as 'luizinhas' dos sítios lá embaixo, lá longe. Fechar os olhos e ouvir o barulho do vento. O barulho dos misteriosos bichos. As estrelas cadentes.



Ah...



"... eu quero uma casa no campo ..."






quinta-feira, 23 de outubro de 2008

A-o-s reclamões

Tenho horror a gente que só sabe reclamar. Horror!

Sei que é normal dos humanos, às vezes, reclamar de alguma coisa ou outra. Eu mesmo vivo reclamando do Sol e do calor, que não dá pra fazer nada direito... Porém, tem gente que só reclama.

Eu conheço várias pessoas assim, mas uma exatamente chamou-me a atenção de terça-feira pra cá, durante um evento que realizamos com grande sucesso na Praça Cel. Flamínio Ferreira, o "Circuito Sesc de Artes".

Percebi, durante as suas intermináveis reclamações, o quanto de infelicidade existe dentro de seu coração. Uma pessoa frustrada. Que não tenta algum recomeço em sua vida.

Pensei nisso por que ultimamente tenho sido líder de questões que não podem ser respondidas:

- Rô, você fica na "Cultura" ou vai pra "Câmara"?

Dou um sorrisinho amarelo e sinalizo que não sei.

Aí, ninguém acredita que eu não sei.

As pessoas me olham com cara de piedade, tipo: "poxa, o que será que vai acontecer com ele?".

É claro que o meu emprego é muito importante pra mim, além disso, tenho muito prazer e satisfação em que faço. Porém, não tenho medo do que possa vir a acontecer. Nós temos a estranha mania de, às vezes, querermos neutralizar os impactos que a vida pode nos oferecer. Gente: as coisas não são assim!

Acredito que exista sempre uma circunstância pra gente evoluir dentro de nós mesmos.

Pode ser que eu prossiga na "Cultura"; pode ser que eu vá pra "Câmara"... Pode ser que não role nenhum dos dois. Sendo assim, pode ser que eu fique desempregado... Ficando desempregado o que pode ser do sonho de entrar na faculdade em 2009? Não sei. Juro que não sei. Por vias, penso que devo sofrer ou encarar um recomeço apenas quando a vida aprontar isso. Então, vou aproveitar bastante esses dois meses que aí estão e ter, a cada dia mais, prazer na função que exerço! Satisfação com os amigos do trabalho. Verdade com as idéias que acredito. Amor à cultura e cumprir com as minhas responsabilidades!

2009 logo estará aí e, então, a gente pensa o que será dele!

Brothers & Sisters

Quando adolescente, achava tão legal um amigo meu que assistia aos episódios de "Friends", um seriado se grande sucesso da TV americana que conta as divertidas histórias e situações de uma turma. Lembro-me que passava apenas para quem assinava TV à cabo. Era uma grande frustação minha não poder acompanhar ao seriado.

Há 4 meses assinei um pacote simples de uma TV à cabo. Na verdade, é bem simples mesmo. Tem 5 canais diferentes daqueles que contém na TV aberta. Um tem me encantado muito, a Universal Channel.

Com seriados interessantes e filmes variados, nunca mais troquei de canal, e acabei deparando-me com um seriado que muito tem me emocionado: Brothers & Sisters.

Tal seriado conta a história de amor, lealdade e intrigas de uma família americana, os Walkers. A frase do seriado é "quem você mais ama pode ser aquele que você menos conhece".

Enfim, aí está uma recomendação: "Brothers And Sisters" - Quartas-feiras, às 23h, na Universal Channel.

Ps - Sei que andei ausente do meu blog. Tentarei manter-me mais presente daqui pra frente.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Muito trabalho.
Pouquíssimo tempo.
Tudo bem por aqui.
Logo este tumulto todo passa...