terça-feira, 29 de junho de 2010

O pequeno fio de iluminação se apaga dentro do que ainda existia de bom em relação às pessoas no palco da minha vida. Vejo, com o passar do tempo, o quanto é peculiar que elas (as pessoas) se agridam simplesmente por que são contrariadas... Perdidas, às vezes sem focos prontamente estabelecidos, querem, através das amargas palavras, que as outras se percam junto delas. Sociedade egoísta que vivemos não ensinou a pedir um abraço, um aconchego que seja, nos momentos de conflitos existenciais. Ela só ensina a empurrar o outro... A usar o que se sabe das pessoas (as mesmas) contra elas mesmas.
E então, nesta boba viagem (quase enlouquecedora), conforme os dados são jogados, vamos vendo, com o tempo, que àquelas pessoas não são àquelas que antes entregavam a você um brilho que iluminava todo o hemisfério. As pessoas se sentem na obrigação de serem sempre muito infelizes, não entendem sobre as necessidades dos outros, não respeitam a dor alheia, seja por uma saliva mal engolida, um charuto que não se ascende mais, uma carta que cause saudade, uma música que traga desespero mas, sobretudo, se sentem na obrigação de rirem contra os conceitos das outras. Ah, as pessoas.
Algumas delas invadem seu baú de história, este que você compartilha apenas com àquelas especiais, àquelas em que muito se confia, àquelas em que um dia fizeram seu olho brilhar e sua perna tremer, sem possessividade, sem obrigação, mas da forma mais pura e completa que um outro ser pode ser amado. Como deveria ser, de fato. Depois, quando há alguma interrupção pelo caminho, seja pelo que for, um amigo que se vai, uma relação que se esgota, um amigo que te decepciona, uma flor que dos galhos cai, as (de novo: mesmas) pessoas, àquelas que deveriam agir como adultos, sem perder a docilidade das crianças (ah, sempre tão puras e honestas), usam o seu baú para te agredir!
Que pena. Que pena que as estrelas que vemos às vezes em outro ser caem, desgrudam do céu, despedaçam-se.
Porém, por mais pessimista que esse pequeno texto, bobo, desconexo e invertido pareça ser... Ele reflete apenas uma porcentagem de uma descrença que agora se instala em mim. Ainda bem que logo ele vai embora, como tantos outros textos da internet e, sempre, todo afoito, volto a acreditar para depois me decepcionar com as mesmas pessoas.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Tom vermelho para ficar na memória

Futuros jornalistas visitam espaço que fomenta atividades esportivas em Piracicaba nas mais diversas modalidades

Por Ronald Gonçales

Os ponteiros de Brasília marcavam 20h. O céu, embora sem estrelas, não estava avermelhado na hora que os curiosos e ansiosos estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep) chegaram ao Complexo Esportivo Municipal de Piracicaba para conhecerem as instalações do Estádio Barão de Serra Negra, Ginásios Waldemar Blatkauskas e Garcia Neto e Piscina Samuel de Castro Neves. A visita ocorreu na gelada quarta-feira de outono de dois de junho. No lugar dos barulhos de passos em folhas secas, peculiar à estação da colheita, vinham os de tênis que se chocavam com a quadra do Blatkauskas, a primeira visitada pelos aspirantes a jornalistas. Os garotos representantes do basquete de Piracicaba estavam em treino.

Espaço completamente convidativo ao período em que o mundo vive: Copa do Mundo. Os ralos por onde a água escapa estavam pintados de verde, a arquibancada - que carregava apenas as bolsas de nylon dos atletas e algumas meias jogadas de forma nada organizada – dividia-se em cores amareladas e azuladas e, para completar ainda mais a torcida pelo Hexa, os ferros que dividem o público dos jogos carregavam pinceladas de tom azul.

O sorridente professor de Educação Física, Clévis Spada, que atua há 12 anos como chefe de divisão de lazer e atividades motoras no Complexo, atendeu a moçada muito atenciosamente. Os chicletes grudados no chão e as teias de aranha traçadas pelos vãos do ginásio - que lembrava a letra U ao contrário – pareciam integrar o cenário que faz história no setor de esportes piracicabano.

Spada liderou a visita e levou os alunos para o Garcia Neto. Lá, era a vez dos esportistas da modalidade masculina de handebol mostrarem a força que possuem nos braços. Mas, dado que impressiona mesmo é outro: mesmo com duas quadras no Garcia Neto e uma no Blatkauskas, a briga pela acomodação de espectadores é desleal. Caberiam aproximadamente sete arquibancadas do primeiro no segundo. São 4.000 pessoas sentadas em um contra 600 no outro.

O relógio apontava 20h50 quando os estudantes foram conhecer o espaço reservado à piscina, agora sem nenhuma pessoa no treino. E que piscina! São seis milhões de litros de água. Caberia o líquido de mais do que 16 milhões de latinhas de Coca-Cola, já que em cada uma delas vem o equivalente a 350 mililitros de refrigerante. Ao lado dela, outras duas estão sendo construídas e atenderão, principalmente, os deficientes físicos. Enquanto elas não são concluídas, os deficientes são atendidos na atual e o espaço está apropriado para recebê-los.

Acessibilidade, aliás, não parece ser um problema no Complexo. “Apenas o degrau da quadra Blatkauskas atrapalha o acesso dos deficientes”, afirma Spada. E não se notam situações que impeçam o trânsito dos cadeirantes. Há muitas rampas que ligam todos os espaços. “Nos preocupamos com isso, além de ser obrigado por lei em locais que fomentem o esporte”, completa o professor.

E, dos projetos desenvolvidos por lá, o que mais chama atenção é o “Clarear”. Criado há duas décadas, mantém atividades regulares para deficientes físicos. Hoje, são cerca de 90 pessoas atendidas que participam ativamente de pelo menos uma das modalidades esportivas oferecidas. E tem para vários gostos: natação, tênis de mesa, caminhada, alongamento e basquete, este o mais procurado.

“Descobrimos talentos dentro do projeto ‘Clarear’. Estes atletas trouxeram mais medalhas do que os outros nos jogos regionais”, comemora Spada. Os deficientes atletas recebem plano de saúde e cesta básica.

Já às 21h20, chegou a hora de todos encararem o tão comentado Barão de Serra Negra. Agora o céu já estava pintado naturalmente de vermelho. Muitos dos estudantes eram da cidade, mas alguns pisavam pela primeira vez na grama fofa e molhada do Estádio. O investimento na reforma do gramado, de R$ 300.000, parece não ter agradado Spada. “Não ficou como imaginávamos, quando se vê da arquibancada, há alguns buracos por ele”, revela.

Mas ninguém parecia se importar se o campo tinha defeito ou não. Era como se todos estivessem unidos numa só torcida, de nenhum time específico, mas o de poder viver experiências novas e ricas que, futuramente, determinarão totalmente os caminhos a serem seguidos por cada um.

Noite de céu vermelho inesquecível, alguém tem dúvida disso?
* Reportagem descritiva de avaliação para matéria de Técnicas de Reportagem e Entrevistas, do curso de Comunicação Social - Jornalismo - da Unimep - 3° Semestre.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Solidão da Grécia

Hoje nenhuma apresentação cultural integrava àquele pequeno teatro de arena. Quatro refletores virados para o palco, porém o holofote que mais brilhava vinha do céu, uma lua, tão vaga, no formato de uma vírgula que, cansada de tudo, adormeceu pouco se importando se o sentido da língua portuguesa seria alterado, por qualquer motivo que seja.

Ao redor do espaço, gelado e sem graça, flores cor de rosa e murchas lembravam os corações dos apaixonados sem reciprocidade. E no centro do palco, um quase invisível – de tão pequeno – besouro patinava pelas poças provavelmente elaboradas pela chuva que caiu à tarde. E já era noite. Sabe-se lá há quanto tempo o bicho peçonhento estava lá, tentando encontrar o seu caminho de volta com ou sem dificuldade. O inseto reforça a máxima de que, às vezes, somos tão sozinhos na imensidão do espaço em que vivemos.

Além de água, o “senhor sozinho” encontra pelo trajeto, algumas folhas secas que desistiram de prosseguir adiante, talvez tenham perdido a coragem das outras companheiras – de cor rosa, já relatadas acima – e se entregaram ao desprezo e à dor de, num lugar onde era para brilharem, sentirem-se tão distantes delas mesmas.

Em um ritmo alucinante, as pessoas passam pelo palco e nem o observam e, tampouco, tentam ajudar o besouro no doloroso – e até torturante – caminho de buscar a si mesmo. As outras poucas que se acomodam pelos assentos disponíveis por ali seguem de costas para o espaço. Vozes se difundem entre agudos (alguns até estridentes) e graves, contando-se as novidades de um final de semana; para uns, tão doce e linear; para outros, tão dilacerantes.

O aroma de chocolate quente misturado com amido de milho vindo de uma doceria – com muito mais luz e vida do que o espaço cênico – desperta a alma da moçada que se enche de lãs de todos os tipos e cores para espantarem o frio ou as suas amarguras introspectivas.

E o palco, que prossegue apenas sob iluminação natural, agora me revela uma delicada constatação: não foram poças as barreiras daquele pobre besouro e sim lágrimas de uma amargura sem definição. Inexplicável. Sem brilho, sem cor, sem alegria e sem aplausos... Apenas um besouro como a sua principal – e única - estrela maior.
Ronald Gonçales

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Sucesso - “Show das Águas” reverencia meio ambiente com música e dança

Artistas participantes capricham e evento cumpre proposta de conscientização

Irreverência, emoção, afinação, compassos de dança, cores vibrantes, público participativo e muita qualidade. Tudo isso foi apresentado no “Show das Águas”, realizado nessa quarta-feira, 28 de abril, no Teatro Vitória. Aproximadamente 500 pessoas compareceram.

Com direção artística do professor José Farid Zaine, o evento propôs um alerta à população na conscientização do uso da água através da arte. Diferente dos outros eventos liderados por Farid, a edição do “Show das Águas” não teve apresentador fixo. Cada participante ficou responsável pelo anúncio da próxima atração.

“Dessa forma a gente conseguiu estabelecer um intercâmbio maior entre os artistas participantes que muitas vezes só ficam na coxia, aguardando serem chamados. Foi uma grande confraternização com as estrelas da noite”, afirmou Farid.

Sob luz lilás e azul, Aline Savazzi deu, literalmente, o passo inicial nas apresentações artísticas. Com a participação do músico Robson Barboza, Aline flutuou pelo palco do Vitória através da dança. Na sequência, o jovem músico Elton Fontanin agitou a plateia com samba e charme.

Júlio Zannini deixou o rock um pouco de lado para trazer à tona músicas do seu projeto social “SOS Sou Brasileiro”. E o público aprovou! Com os ponteios calmos e chorosos da viola, Domingos de Salvi acompanhou o líder do grupo “Encantoria”, Leandro Pfeifer.

As canções em dialeto africano foram encabeçadas pelo “Coral Municipal Afro Thulany”. A participação do coral empolgou os espectadores.

A essência da MPB não podia ficar de fora. E não ficou. Emanuel Massaro e Débora Vidoretti trouxeram canções de Marisa Monte e Tom Jobim e o resultado foi olhos cheios de lágrimas pelas dependências do teatro.

A irreverência de Danilo Mendes e o som marcante da banda Toc Percussivo estiveram presentes e, para encerrar com chave de ouro, Juliana Guerrero Garcia interpretou uma das apresentações mais emocionantes dos eventos realizados no teatro. July, como geralmente é chamada, cantou “Earth Song”, de Michael Jackson, e surpreendeu o público. Além de arrepiar, July conseguiu passar a mensagem que a música propõe, afinal, “did you ever stop to notice this crying Earth, its' weeping shore” (“já parou para observar que a Terra, os mares, estão chorando”).

“Show das Águas” foi realizado pela Humaniza, com patrocínio da Foz do Brasil (Lei Rouanet - MEC) e apoio da Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria da Cultura. Além de Farid, estiveram presentes Vicente Pironti, diretor da Humaniza e Fábio Pentagrama, diretor do Vitória. Na oportunidade, Pentagrama representou Adalberto Mansur (secretário da Cultura) e o prefeito Silvio Félix.

Aline Savazzi

Juliana Guerrero Garcia

Ronald Gonçales

terça-feira, 27 de abril de 2010

Sobre o samba dela...

Maria Rita encerrou os shows em São Paulo da turnê bem sucedida “Samba Meu” com gostinho de quero mais, no último sábado, 24 de abril, no maravilhoso Citibank Hall (SP). Há 45 dias estive com grandes expectativas, já que comprei o ingresso assim que soube da notícia do show, dada pela querida Nayara (que também foi ao show).

Logo no início, quando a voz de Maria Rita surge diante de um palco não iluminado, o coração já dispara. Séria (o que não lhe é peculiar), olhando fixamente para um ponto no horizonte, ela inicia com “Samba Meu”, letra bem sucedida de Rodrigo Bittencourt. Dominando o público, Maria Rita já mostra a que veio: ser a dama do palco e, de repente, seu samba começa a acontecer e sua face com exageradas (e lindas) expressões eleva o público.

A sintonia da cantora com o público é incrível. Não é apenas pelo aspecto fã – ídolo. É segurança. Maria Rita está segura, está com personalidade própria, envolve o público e presenteia os fãs em cada interpretação.

Seu corpo é de deixar qualquer marmanjo babando. Pudera: abusando de um figurino sensual, que exibe uma barriga invejável e pernas torneadas, retratando o espírito atual da cantora: Alegria que contagia!

Ao conversar com o público, depois de umas 4 canções, ela não esconde a emoção ao falar que o “Samba Meu” vai deixar saudades e que ela pretende viver uma noite inesquecível. Inesquecível? Noite memorável!

Não tem como citar pontos fortes do show, tudo é forte, tudo é bonito, tudo é atraente... Mas não tem jeito, o público vai à loucura quando a morenaça começa a tocar seus sucessos antigos. “Muito Pouco”, composição de Moska, é um show à parte na voz dela.

Uma troca apenas de figurino, de cores vivas, como o amarelo e o roxo, para um vestidinho apertado e prateado. Figurinos que casam com seu cenário, com seu samba, com as luzes... De muito bom gosto!

Carismática sem ser forçada. Nunca conversei com Maria Rita, a não ser via twitter, mas o que sinto dela (e percebi ainda mais no show) é que ela é muito transparente, inclusive com os fãs. Se algo incomoda, ela não tem receio em dizer, não vai ficar com risadinha só para agradar. Autêntica.

Elo entre ela e seus músicos. O tempo todo ela olha para eles, é uma troca boa. Sim, ela é a estrela da noite... Mas sua humildade cativante não permite que ela se contente com isso. Ela olha para os músicos, pede aplausos para eles, ri das brincadeiras armadas por eles... Maria Rita é apaixonada pelos seus músicos.

Sorriso quando é para sambar. Expressão de dor quando é para falar de amores não correspondidos (como Santa Chuva). Face séria quando é para falar de suas confusões (Muito Pouco). Sensualidade abusada para falar de corpos suados (Ta Perdoado e Corpitcho). Rosto de cidadã indignada ao falar sobre injustiças (Pagu). Religiosa ao pedir para que o público "Não Deixe o Samba Morrer"... Tudo junto, mas misturado, com toques requintados de Maria Rita. Esse é o show delicioso “Samba Meu” que se torna, facilmente, “nosso”.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Antes você do que eu.

Eu sei que não há mais nada a ser esperado.
Eu sei que meu olhar já não encanta o seu.
Sei também que não sente falta dos meus beijos, do meu caloroso abraço.
Eu sei que você já não tem mais tanta paciência para ouvir meus anseios...
Sei que não quer mais ouvir as músicas que compus a você (minha louca inspiração).
Sei que, simplesmente e naturalmente, você não me quer mais.
Eu sei.
Sei de tudo!
Acontece que quando me olha,
Mesmo que seja para falar de outro amor,
Eu tremo.
Eu gelo.
Eu gemo.
Eu esqueço quem sou.
Eu vejo estrelas caindo.
Eu vejo um coração que acelera.
Vejo meu sangue sendo transportado por todas as veias.
Sinto.
Ah, como sinto!
Sinto quando o celular anuncia seu nome a me chamar.
Quando ouço nossa música. Lembra-se do hit? Claro que você não se lembra.
Deixa eu me enganar então!
Quando sinto seu cheiro, único e fatal,
Quando me abraça.
Ah! Quando me abraça.
Eu me perco.
Me perdi.
Onde estou?
Por que?
Não sei.
É isso que a vida te prepara...
Enrascadas do destino.
Para sempre e,
Para nada!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

A cultura sendo democratizada...

No último final de semana Limeira recebeu pelo 3º ano consecutivo o Festival Paulista de Circo, realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Prefeitura de Limeira. Mais do que oferecer grandes espetáculos circenses à população, o evento provoca para que a arte e a cultura sejam cada vez mais democratizadas.

Quando Limeira recebeu a notícia de que seria sede desse importante evento, não houve dúvidas de que o público ganharia. Depois de quase termos perdido o “Circuito Cultural Paulista”, em 2008, outro projeto do Estado desenvolvido em parceria com o município que trouxe atrações culturais de qualidade, como Yamandu Costa e Marina De La Riva, a insistência da Secretaria da Cultura valeu a pena (na época, respondia pela pasta o professor José Farid Zaine, hoje vereador pelo PDT): Além de registrar Limeira entre as cidades a receber o “Circuito”, com grande aprovação popular, o Estado voltou seus olhos para nossa cidade e nos coroou com as edições do Festival de Circo.

É bonito ver crianças, adolescentes, jovens e adultos buscando os disputados ingressos para garantir cadeira em qualquer espetáculo da programação. Para uns, horas de fila que certamente valeram a pena... A diversidade dos espetáculos e o profissionalismo dos artistas oferecem satisfação ao público. Isso sem citar as ótimas oficinas ministradas por profissionais que têm currículos brilhantes.

É muito sadio quando, independente da política, parcerias ofereçam espaços para que a população seja agraciada com eventos de qualidade. A intensa e extensa programação do Festival de Circo é gratuita. E a gente se enche de orgulho em poder, de alguma forma, integrar essa história que mistura malabaristas, trapézio, palhaços, equilibristas, artistas que em palco brilham ou causam arrepios no temido globo da morte. É uma junção positiva e completa porque quando nos deparamos com o sorriso de uma criança, tão satisfeita com toda àquela magia, temos a certeza de que é preciso continuar criando espaços democráticos para que a cultura seja oferecida para todos.

Preocupemos-nos sim com a saúde, as obras, os transportes, a educação, as lutas de classes sociais e outros fatores dentro do nosso município. Mas não menos devemos incentivar e prestigiar as atrações culturais, para que Limeira continue tendo o público mais elogiado de todo o interior paulista. Seja nos festivais de música, de teatro, de circo, nas apresentações harmônicas da nossa Orquestra e corporações musicais, nos espetáculos dramáticos e humorísticos que se exibem no palco do Teatro Vitória, o nosso público é àquele caloroso, respeitado e participante... E a ideia é que isso se fortaleça.

Na Câmara, Farid apresentou requerimento que cria o Conselho Municipal da Cultura. É preciso que continuemos unindo forças, aprimorando as nossas atividades e incentivando as produções culturais de artistas limeirenses. Juntos, é possível!