Foi hoje que ocorreu-me algo que há anos eu não fazia. Vasculhei fotos antigas! Acabei chegando mais cedo em casa, ando cansado, exausto para ser mais específico. Eu tento tanto ter tanto otimismo todos os dias, mas às vezes, reflexões temerosas tornam as minhas noites dias. Há alguns meses tenho pensado muito em meu pai. Poucos sabem sobre essa história. Eu sou tão feliz, tão pra frente que, por vezes, tenho medo de expor meus sentimentos fracassados. Quando eu tinha 6 anos, o meu super-herói foi embora de casa, para morar com outra mulher. Foi o pior momento que tive em minha vida, certamente. O meu pai era aquele homem que servia de exemplo pra todos. Ele me dava tantos beijos antes de partir ao trabalho. Fazia festas surpresas no meu aniversário. Sim, eu era pequeno mas, um dia, lendo um livro, ouvi que as melhores coisas que vivemos ficam marcadas em nossas lembranças para sempre. Estes episódios todos têm ficado marcado em mim e, sempre que me lembro, corta o meu coração e rasga a minha alma. Sinto saudades!
E, torturosamente, lembro-me de algumas cenas que fingo esquecer. Quando o casamento de minha mãe e de meu pai foi por água abaixo (foram 23 anos de casamento, feliz), a minha mãe entrou numa depressão horrível, ainda mais por conta da traição de meu pai com essa outra mulher. No início, tentei - mas fracassou - pedir ao meu pai para voltar. Ele ria, algumas vezes, dizia-me que era para parar de encher o saco dele. Encher o saco dele? Eu era apenas uma criança desesperada pelo super-herói que partira. Na minha cabeça, naquele momento, tudo foi muito complicado. Eu não entendia nada do universo dos adultos. Hoje compreendo melhor.
Acontece que, com o passar do tempo, com o crescimento mesmo... Eu fui me acomodando a ter um pai ausente. A minha mãe é que estava em todas. E, engraçado, ela sempre tentou mostrar-me o quanto que o meu pai era importante em minha vida, que eu deveria ir vê-lo, esquecer o que havia ocorrido...
Nunca consegui!
Talvez, ninguém que não tenha passado por isso sabe ao certo o que isso significa. Por isso é fácil, e simples, dizer: "já passou". É... Já passou mesmo, mas há marcas e cicatrizes que nos acompanham para sempre.
Sabe, eu já perdoei o meu pai pelos seus erros. Mas nunca vou aceitar essa outra mulher em minha vida mesmo. Talvez eu esteja errado. Talvez não... Mas ela quem chegou. O meu pai errou também, claro que errou, ele era casado. Mas foi ela quem chegou.
Tive uma infância diferente da maioria dos garotos. O Ricardinho, meu amigo de infância, não sabe o quanto ele e o seu pai foram importantes para mim. A minha mãe educou-me muito bem... Mas faltava a presença do paizão mesmo. O Japão - pai do Ricardinho - indiretamente tornou-se essa figura para mim.
Desculpem-me se as palavras ficaram desconexas. Mexer no passado arde tanto o peito. Mas é preciso!
Eu necessitava ver Japão todos os dias. Por vezes, nem conversávamos... Ele sempre foi quietão. Mas bastava um olá, um tudo bem, que o meu coração já disparava... Era como seu o meu próprio pai falasse comigo.
Em minha cabeceira, há uma foto antiga, que o meu pai aparece nela. Sem camiseta, com aquele olhar sedutor que acertou o coração de minha mãe. Na foto aparecem ela também e o meu irmão do meio, Rodrigo, e eu. Era um momento feliz. O nosso jardim era verde, as paredes pintadas, as flores vivas e coloridas, os sorrisos eram honestos... Da alma! Éramos uma família tão feliz e, o que me dói, é que ainda lembro muito bem disso e desse momento.
Poxa, eu tenho tanto medo, sabe? De sentir esse peso da ausência o tempo todo da minha vida. Eu já tenho 24 anos. Sou homem. Trabalho desde os 12... Me viro. Faço faculdade... Sonho em dançar valsa com a minha mãe. Vejam, já fazem quase 20 anos mas, sempre que tudo isso vem em minha cabeça, é como se fosse ontem.
Os berros e as lágrimas de minha mãe implorando para que o meu super-herói não se fosse. O amor dela agora não mais correspondido. Os meus irmãos tendo que ajudar no sustento de casa... Mas, acreditem, o que mais doía era a ausência dele nas reuniões escolares. Era ele não reservar mais os sábados para que - apenas eu e ele - fôssemos soltar pipas no Limeirão, ou jogar um futebol na caixa d´água perto de minha casa... Era essa ausência mesmo que mais doía! Gente, doía muito.
Hoje o meu pai não está bem. Vítima de diabetes encontra-se num estado bastante crítico. Depois de anos fui visitá-lo, um pouco depois do ano novo de 2009. Não o reconheci. Chorei feito criança.
Ele não enxerga mais. Eu queria falar com ele, mas as palavras perdiam força para as dilacerantes lágrimas. Apertei a sua magra mão direita. A beijei. Escondendo o choro, rezei muito por ele e o perdoei. Por tudo! Tudo mesmo. Aliviou.
Não o vi mais. Mas a foto prossegue na cabeceira de meu quarto, inventando um mundo feliz, inventando uma realidade que jamais voltará. E quando lembranças me invadem, choro e escrevo. Mas sei que esta é a saudade que jamais será saciada. São muitos momentos roubados...
segunda-feira, 20 de julho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Bonitos que ficam feios
Ultimamente pouco tenho assistido televisão. O trabalho, os estudos e a vida pessoal têm sido mais importantes do que a televisão. Ontem, porém, assisti um pouco “A Fazenda”, pois, até então, não tinha visto nada.
Estava à toa em casa depois de um dia sem sal nem açúcar. Liguei a TV para ver quem iria colocar o “pé na estrada”. Foi a Babi, merecidamente, diga-se de passagem. Ela julga muito o comportamento dos outros. Acaba sendo julgada também.
Gostei dos vídeos que vi da Danni Carlos, a loirinha que fala pouco, tão criticada pela Babi, que diz achar esse tipo de gente perigosa.
Coitada. A Babi vai ter um grande choque ao ver os vídeos do “reality show”. O seu ex ficante, o Miro, a humilhou em rede nacional. Embora não ache mesmo a Babi uma coitadinha, acho que o cara pegou pesado!
Isso vem ao encontro com algumas coisas que tenho observado sobre a vida, mais precisamente sobre a beleza. Algumas pessoas, altamente bonitas, consideram isso o valor exato de seus valores pessoais. Ih: Vão cair do cavalo!
Miro se acha lindo. E nós não somos cegos. O rapaz é boa pinta mesmo. Anda sem camiseta pra baixo e pra cima. Exibe um abdômen definido, braços fortes e um sorriso aberto.
Acontece que, o perigo, está dentro dele mesmo.
Mascarado por uma beleza arrogante, Miro detonou a Babi, criticando o seu cabelo e a sua postura. Revelou, inclusive, aos colegas de confinamento, que por ter 25 anos, não deixou barato e pegou pesado com a apresentadora embaixo do edredon.
Como se ter 25 anos fosse apenas isso!
Mesmo ficando com ela, falou e disse mal do comportamento pegajoso da moça. Exibia como troféu que pegou Babi e que agora não queria mais, assim, de forma tão descartável!
É engraçado, mas poucos bonitos são realmente interessantes. Não acham? Não sei, mas a maioria das pessoas que perde horas e horas para manter um corpo agradável faz isso apenas pela estética e não pela saúde. E vale tudo para ser a bonitona ou o saradão do momento! Tudo.
São pessoas que se acham as maravilhas do mundo, ridicularizando todos os outros. Na neurose de ser bonito a todo custo, esquecem de alimentar a cabeça, com livros, com amizades verdadeiras, com sentimentos que não se compram, conquistam-se.
Acabam que, com o tempo, enlouquecendo... Por que a vida passa para todos. E não adianta. Ninguém vive preso à própria beleza o tempo todo. Na hora que libertar-se, como ficará a alma?
Portanto, um conselho – se puder dar – cuide sim de sua beleza! Sinta-se bem e confortável. Mas não se permita ser escravo dela. Não pense que somente um bom corpo é o suficiente. Há outros valores – muito mais importantes – a serem conquistados. Não se perca. Por que então, a beleza fica tão feia! E se perder é tão fácil...
Estava à toa em casa depois de um dia sem sal nem açúcar. Liguei a TV para ver quem iria colocar o “pé na estrada”. Foi a Babi, merecidamente, diga-se de passagem. Ela julga muito o comportamento dos outros. Acaba sendo julgada também.
Gostei dos vídeos que vi da Danni Carlos, a loirinha que fala pouco, tão criticada pela Babi, que diz achar esse tipo de gente perigosa.
Coitada. A Babi vai ter um grande choque ao ver os vídeos do “reality show”. O seu ex ficante, o Miro, a humilhou em rede nacional. Embora não ache mesmo a Babi uma coitadinha, acho que o cara pegou pesado!
Isso vem ao encontro com algumas coisas que tenho observado sobre a vida, mais precisamente sobre a beleza. Algumas pessoas, altamente bonitas, consideram isso o valor exato de seus valores pessoais. Ih: Vão cair do cavalo!
Miro se acha lindo. E nós não somos cegos. O rapaz é boa pinta mesmo. Anda sem camiseta pra baixo e pra cima. Exibe um abdômen definido, braços fortes e um sorriso aberto.
Acontece que, o perigo, está dentro dele mesmo.
Mascarado por uma beleza arrogante, Miro detonou a Babi, criticando o seu cabelo e a sua postura. Revelou, inclusive, aos colegas de confinamento, que por ter 25 anos, não deixou barato e pegou pesado com a apresentadora embaixo do edredon.
Como se ter 25 anos fosse apenas isso!
Mesmo ficando com ela, falou e disse mal do comportamento pegajoso da moça. Exibia como troféu que pegou Babi e que agora não queria mais, assim, de forma tão descartável!
É engraçado, mas poucos bonitos são realmente interessantes. Não acham? Não sei, mas a maioria das pessoas que perde horas e horas para manter um corpo agradável faz isso apenas pela estética e não pela saúde. E vale tudo para ser a bonitona ou o saradão do momento! Tudo.
São pessoas que se acham as maravilhas do mundo, ridicularizando todos os outros. Na neurose de ser bonito a todo custo, esquecem de alimentar a cabeça, com livros, com amizades verdadeiras, com sentimentos que não se compram, conquistam-se.
Acabam que, com o tempo, enlouquecendo... Por que a vida passa para todos. E não adianta. Ninguém vive preso à própria beleza o tempo todo. Na hora que libertar-se, como ficará a alma?
Portanto, um conselho – se puder dar – cuide sim de sua beleza! Sinta-se bem e confortável. Mas não se permita ser escravo dela. Não pense que somente um bom corpo é o suficiente. Há outros valores – muito mais importantes – a serem conquistados. Não se perca. Por que então, a beleza fica tão feia! E se perder é tão fácil...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Experimente
Hoje somos muito cobrados. No trabalho, na escola, nos problemas familiares, nos problemas a dois, na falta de dinheiro (ou o excesso dele), sobre as nossas opiniões, sobre o que pensamos, sobre a atitude que temos, enfim, vivemos numa sociedade bastante inquieta e que não se dá por contente nunca.
Na vida a dois, a cobrança é a mais complicada! Estranho o fato de nunca estarmos satisfeitos com a pessoa que está ao nosso lado. Mostramos isso, de forma individualista a todos, sendo egoístas e, muitas vezes, imaturos em nosso posicionamento, trazendo ao outro, uma incrível sensação de inutilidade.
A insegurança, o ciúmes exagerado, a falta de “ser quente”, a ausência do diálogo, são os principais ingredientes para que uma relação não tenha base. Penso, com veemência, que estar ao lado de alguém é muito prazeroso, principalmente pela liberdade que se pode ter, naturalmente, de querer a presença de uma outra pessoa em todos os fatores de nossas vidas.
Liberdade, hoje em dia, assim como tantos outros utópicos sentimentos, é muito confundida com sacanagem e libertinagem. É comum não acreditarmos mais que uma outra pessoa esteja ao nosso lado, simplesmente por querer estar ao nosso lado. Somos reféns de uma sociedade que não preza mais por valores de caráter que entendo serem fundamentais para o funcionamento do amor: respeito e Dignidade!
Claro que há outros fatores em um relacionamento, mas em todos eles, o respeito sempre anda ao lado e, muitas vezes, na frente do que sentimos.
Amo pela liberdade que esse amor a mim provoca. A liberdade de poder conversar com diversas pessoas, e conhece-las também, e, ainda assim, sentir falta daquele cheiro que entra pelas nossas entranhas e desenvolve a nossa alma. Sentir falta de um único beijo que estremece as pernas. Sentir falta de uma única junção de corpos que evapora até os pólos da derme. A liberdade de estar com os amigos, em um bar “maneiro”, bebendo umas cervejas e fazendo a observação humana e, em pensamentos, desejar, com toda a força, que essa pessoa especial esteja por perto, o tempo todo.
A liberdade de poder criar sonhos, de casamento, de filhos, de guardar grana. A liberdade de se contradizer, não por mentiras, mas por que, todos nós somos tão contraditórios. Diversas vezes temos um ponto de vista sobre um determinado assunto e, de repente, mudamos, invertemos ou simplesmente deixamos de ter.
Temos, dentro de nós, conceitos específicos que nos tornam seres humanos cheios de idéias e esclarecimentos, seja pela educação que temos (desde crianças), seja pela escola, pelos vizinhos, enfim: temos tantas opiniões que são nossas e de repente deixam de ser.
Eu acho de uma beleza ímpar isso. O ser humano propondo conhecer o novo em seu próprio relacionamento. É isso: ser novo o tempo todo, para não cair naquela monotonia desprezível que assistimos em novelas mexicanas. Não somos personagens, não podemos ensaiar a vida, que o tempo todo nos traz experiências que devem ser transportadas ao nosso coração!
Para o amor não podemos fugir! A gente precisa é encarar. Primeiro encarar a gente mesmo (o passo mais difícil), saber quem somos - o que somos - quem queremos ser... Depois, permitir-se conhecer o outro, com todas as suas ideias, diferenças... Desse modo, a relação poderá ser uma explosão deliciosa de prazeres.
Experimente!
Na vida a dois, a cobrança é a mais complicada! Estranho o fato de nunca estarmos satisfeitos com a pessoa que está ao nosso lado. Mostramos isso, de forma individualista a todos, sendo egoístas e, muitas vezes, imaturos em nosso posicionamento, trazendo ao outro, uma incrível sensação de inutilidade.
A insegurança, o ciúmes exagerado, a falta de “ser quente”, a ausência do diálogo, são os principais ingredientes para que uma relação não tenha base. Penso, com veemência, que estar ao lado de alguém é muito prazeroso, principalmente pela liberdade que se pode ter, naturalmente, de querer a presença de uma outra pessoa em todos os fatores de nossas vidas.
Liberdade, hoje em dia, assim como tantos outros utópicos sentimentos, é muito confundida com sacanagem e libertinagem. É comum não acreditarmos mais que uma outra pessoa esteja ao nosso lado, simplesmente por querer estar ao nosso lado. Somos reféns de uma sociedade que não preza mais por valores de caráter que entendo serem fundamentais para o funcionamento do amor: respeito e Dignidade!
Claro que há outros fatores em um relacionamento, mas em todos eles, o respeito sempre anda ao lado e, muitas vezes, na frente do que sentimos.
Amo pela liberdade que esse amor a mim provoca. A liberdade de poder conversar com diversas pessoas, e conhece-las também, e, ainda assim, sentir falta daquele cheiro que entra pelas nossas entranhas e desenvolve a nossa alma. Sentir falta de um único beijo que estremece as pernas. Sentir falta de uma única junção de corpos que evapora até os pólos da derme. A liberdade de estar com os amigos, em um bar “maneiro”, bebendo umas cervejas e fazendo a observação humana e, em pensamentos, desejar, com toda a força, que essa pessoa especial esteja por perto, o tempo todo.
A liberdade de poder criar sonhos, de casamento, de filhos, de guardar grana. A liberdade de se contradizer, não por mentiras, mas por que, todos nós somos tão contraditórios. Diversas vezes temos um ponto de vista sobre um determinado assunto e, de repente, mudamos, invertemos ou simplesmente deixamos de ter.
Temos, dentro de nós, conceitos específicos que nos tornam seres humanos cheios de idéias e esclarecimentos, seja pela educação que temos (desde crianças), seja pela escola, pelos vizinhos, enfim: temos tantas opiniões que são nossas e de repente deixam de ser.
Eu acho de uma beleza ímpar isso. O ser humano propondo conhecer o novo em seu próprio relacionamento. É isso: ser novo o tempo todo, para não cair naquela monotonia desprezível que assistimos em novelas mexicanas. Não somos personagens, não podemos ensaiar a vida, que o tempo todo nos traz experiências que devem ser transportadas ao nosso coração!
Para o amor não podemos fugir! A gente precisa é encarar. Primeiro encarar a gente mesmo (o passo mais difícil), saber quem somos - o que somos - quem queremos ser... Depois, permitir-se conhecer o outro, com todas as suas ideias, diferenças... Desse modo, a relação poderá ser uma explosão deliciosa de prazeres.
Experimente!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Um Ronald?
Fazia tempo que não lia algo que expressasse tanto o que sou. Fiquei emocionado com as suas palavras, irmã Sabrina:
"Vejo um Ronald que sempre se desdobrou para atender a todos. Sua família: suas responsabilidades de ajudar sua mãe, suas responsabilidades de irmão e de tio. Seu patrão: pois por mais que o Ronald e o seu chefe sejam amigos, o Ronald tem suas responsabilidades com o trabalho, e mais, parte do que o Ronald é hoje ele deve ao seu trabalho. Seu sonho: formar-se. Concluir uma faculdade. Dançar a valsa de formatura com a sua mãe! (Que desejo mais simples e mais nobre) E seus amigos: o Ronald ama seus amigos. E mais uma coisa, o Ronald respeita e dá valor às pessoas que passaram em sua vida, e que de certa maneira, ajudaram-no a crescer, seja pessoalmente, profissionalmente ou etc., porque estamos todos aqui pra evoluir. O Ronald não é perfeito, mas ele tenta ser, tenta dar o melhor de si para as pessoas e tudo ao seu redor".
Nem sei como te agradecer Sabrina. Nem sei!
Obrigado por me conhecer e, ainda assim, me amar.
"Vejo um Ronald que sempre se desdobrou para atender a todos. Sua família: suas responsabilidades de ajudar sua mãe, suas responsabilidades de irmão e de tio. Seu patrão: pois por mais que o Ronald e o seu chefe sejam amigos, o Ronald tem suas responsabilidades com o trabalho, e mais, parte do que o Ronald é hoje ele deve ao seu trabalho. Seu sonho: formar-se. Concluir uma faculdade. Dançar a valsa de formatura com a sua mãe! (Que desejo mais simples e mais nobre) E seus amigos: o Ronald ama seus amigos. E mais uma coisa, o Ronald respeita e dá valor às pessoas que passaram em sua vida, e que de certa maneira, ajudaram-no a crescer, seja pessoalmente, profissionalmente ou etc., porque estamos todos aqui pra evoluir. O Ronald não é perfeito, mas ele tenta ser, tenta dar o melhor de si para as pessoas e tudo ao seu redor".
Nem sei como te agradecer Sabrina. Nem sei!
Obrigado por me conhecer e, ainda assim, me amar.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Não têm sido fáceis esses dias de nuvens pretas no céu do meu interior.
Porém, sem muito questionar, eu vou caminhando de encontro a minha alma, que anda tão truculenta, cansada e desarticulada! Já passei por diversos outros momentos tensos de minha vida e tenho a plena convicção de que amadureci muito com as dificuldades. É certo quando dizem que depois das trovoadas, chega o arco íris para brotar em nossos corações novos risos que lavam a alma!
É um momento de risco, eu reconheço! Pode ser que aconteçam muitas coisas. Mas o fato é que estou aflito diante de tanta confusão! Logo eu que sempre fui forte? Sinto-me fraco. Distante verdadeiramente de mim e, pior ainda, de quem sou!
Desculpe às pessoas que querem estar próximo de mim nesses dias. Não posso. Por favor, me entendam. Entendam também que isso é para o meu bem. Temos que estar sempre disponíveis para nos encararmos.
Que medo é esse da solidão? Que medo é esse?
Não pensem que é egoísmo, por favor... Eu só preciso um pouco de mim agora.
Não tem nada de mágoa, de tristeza absoluta. Não! Continuo com bons prazeres ao meu lado, como o trabalho, a faculdades, as músicas de Maria Rita. Mas é que preciso estar comigo. Sintonizar-me. Achar-me. Encontrar para não me perder! Eu preciso lembrar de quem sou. De onde vim. O que objetivo em minha vida.
Estou comigo. Para que eu fique em paz! Em paz.
Porém, sem muito questionar, eu vou caminhando de encontro a minha alma, que anda tão truculenta, cansada e desarticulada! Já passei por diversos outros momentos tensos de minha vida e tenho a plena convicção de que amadureci muito com as dificuldades. É certo quando dizem que depois das trovoadas, chega o arco íris para brotar em nossos corações novos risos que lavam a alma!
É um momento de risco, eu reconheço! Pode ser que aconteçam muitas coisas. Mas o fato é que estou aflito diante de tanta confusão! Logo eu que sempre fui forte? Sinto-me fraco. Distante verdadeiramente de mim e, pior ainda, de quem sou!
Desculpe às pessoas que querem estar próximo de mim nesses dias. Não posso. Por favor, me entendam. Entendam também que isso é para o meu bem. Temos que estar sempre disponíveis para nos encararmos.
Que medo é esse da solidão? Que medo é esse?
Não pensem que é egoísmo, por favor... Eu só preciso um pouco de mim agora.
Não tem nada de mágoa, de tristeza absoluta. Não! Continuo com bons prazeres ao meu lado, como o trabalho, a faculdades, as músicas de Maria Rita. Mas é que preciso estar comigo. Sintonizar-me. Achar-me. Encontrar para não me perder! Eu preciso lembrar de quem sou. De onde vim. O que objetivo em minha vida.
Estou comigo. Para que eu fique em paz! Em paz.
Um texto para aliviar um pouco, de Arnaldo Jabor:
Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:- ‘Ah, terminei o namoro… ‘- ‘Nossa, quanto tempo?’- ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’- É, não deu…?Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro.E não temos esta coisa completa.Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.Tudo nós não temos.Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.Pele é um bicho traiçoeiro.Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…Acho que o beijo é importante…e se o beijo bate…se joga…senão bate…mais um Martini, por favor…e vá dar uma volta.Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.O outro tem o direito de não te querer.Não lute, não ligue, não dê pití.Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.Nada de drama.Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?O legal é alguém que está com você por você.E vice versa.Não fique com alguém por dó também.Ou por medo da solidão.Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.Tem gente que pula de um romance para o outro.Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?Gostar dói.Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.E nem sempre as coisas saem como você quer…A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.Na vida e no amor, não temos garantias.E nem todo sexo bom é para namorar.Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.Nem todo beijo é para romancear.Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Um vídeo sobre sonho.
De sonhos nascemos... De sonhos vivemos...
E por um grande sonho. O que não fazemos?
Vejam o link saboroso: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2009/04/15/ult950u900.jhtm
E por um grande sonho. O que não fazemos?
Vejam o link saboroso: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2009/04/15/ult950u900.jhtm
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