quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Só para constar: Brothers and Sisters encerra com emoção e poesia!

O "Ajuntamento" emocionou!
Casamento gay de Kevin e Scotty encerra 2ª temporada "tensa" de Brothes And Sisters com lirismo, emoção e humor equilibrado. Momento foi considerado histórico conforme aponta inúmeras pesquisas entre os americanos.


Kevin tem todo o apoio de sua família, já Scotty enfrenta grandes problemas com os seus pais, que não aceitam a orientação sexual do filho e não comparecem ao enlace.



A 2ª temporada de Brothers and Sisters encerrou ontem (21/01) com uma certeza, além do fato de ser uma das séries mais ousadas e emocionantes: Kevin Walker é a personagem protagonista desta fase.

Lutando e relutando contra os seus próprios conceitos (com a ajuda do adorável Scotty, claro), ele foi entendendo que também precisa cuidar de si. Deixou o sarcasmo de lado para dar duras broncas ao Justin (e seus problemas com vícios e o carinho a mais com Becca) e Sarah (em virtude de Ojai e seu relacionamento com Graham). Deixou o seu machismo de lado para dar ombro ao Tio Saul (responsável pela ‘quase’ falência da Ojai), este que assumiu ser gay.


Encarou de frente os seus sentimentos pelo Scotty quando, carente e confuso, rendeu-se aos encantos do abusado moreno de olhos verdes. Este que, por sua vez, também aprendeu a ser mais compreensivo e menos incoerente. Prova disso foi no café que Scotty interrompeu entre o sem-sal Jason e Kevin. Sem deixar de ser ousado, Scotty permitiu-se encarar aquela situação de frente e demonstrar, sem fanatismo, o amor que sente por Kev.




Para mim, este foi o ponto chave da relação de ambos. Eu nunca torci por Jason, mas teve muita gente que torceu e, após este episódio, se apaixonou pelo Scotty. Acabamos, naturalmente, reconhecendo que, assim como nós todos, Scotty também tem o direito de querer marcar território e entrar na briga pelo que sente. Afinal, de quem valem as nossas emoções se não haver certeza de tudo o que queremos? Mas, não basta querer, tem que realizar! Botar pra quebrar. E foi o que Scotty fez.


Desde este episódio, imaginava que “Brothers and Sisters” trataria muito a fundo o tema da homosexualidade, ainda nesta temporada!


E olha que assuntos tinham heim? A separação de Sarah e Joe, a perda da guarda das crianças, o relacionamento perigoso com Graham, o carinho ‘a mais’ entre Becca e Justin, a ‘quase’ falência da Ojai, a homosexualidade do Tio Saul, e outros, quase desviaram o foco de Kevin e Scotty e, então, surge aquela declaração de amor linda em que Kev pede Scotty em casamento (com direito a pedir de joelho, segurando as mãos).


Enfim, o excesso de aceitação dos Walkers em relação à sexualidade de Kevin distorce um pouco o que ocorre na realidade (inclusive em lugares como a Califórnia) entre famílias. A maioria dos pais de gays não aceita. E, nas famílias da minoria, aceitam sem querer presenciar momentos do casal. Mas, claro, que o encanto que a TV propoe é válido. A discussão está muito além das entrelinhas: Kevin é um profissional exemplar, tem seu próprio apartamento, é masculino, e vive bem - contando com o apoio de sua família.


Já Scotty enfrenta problemas com a sua e também conflita com a sua vida pessoal. Ou seja, “Brothers and Sisters” ensinou, nesta segunda temporada, que o apoio da família, embora seja tímido, é fundamental para que possa se viver bem.
Sei que falei demais! No entanto, estou ainda emocionado com tudo o que vi ontem.

Quero ver se consigo ver graça novamente em Justin na 3ª temporada. Nesta, infelizmente, eu perdi o encanto por ele.


Notas:






Sarah Walker (foto) merece destaque nesta 2ª temporada também. Divorciou-se de Joe, perdeu a guarda das crianças, envolveu-se com Graham - affair quase resultou na falência da "Ojai Foods".




Todo o romance de Robert e Kitty Walker (foto) perdeu o destaque para o casal Kevin e Scotty. Também pudera: Na primeira temporada, Kitty e Robert protagonizaram cenas dignas do reconhecimento que tiveram naquela fase. Mas o casamento deles, nesta 2ª temporada, deixou a desejar.







Justin Walker (foto) e a sua teimosia quase desapontaram os seus fãs. Porém, no final, ele reage e mostra-se um rapaz cheio de conflitos e enigmas ao deparar-se com o seu sentimentos por Becca.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

É coração!

É hoje:



O último episódio da 2ª temporada de "Brothers and Sisters" será exibido no Brasil hoje, Às 23h, pela Universal Channel. Dentre as surpresas de últimos episódios, os destaques são para o casamento de Kevin e Scotty (foto); Nora tenta se aproximar da família de Scotty; Becca e Justin precisam se resolver, e Tommy e Justin preparam uma despedida de solteiro diferente para Kevin. Estou contando as horas para assistir este episódio que promete arrancar muitas lágrimas do público fiel ao seriado!

Do mais...
Sim, sei que estou ausente e preciso atualizá-los sobre a minha vida. No entanto, é a correria de um novo trabalho. Mas estejam certos de que tudo está bem! Estou cheio de expectativas para 2009.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Uma nova experiência

Nos próximos dias uma nova experiência comporá os capítulos da minha vida.
É claro que vai rolar muita saudade. Principalmente do dia-dia. Das coisas que se planejam e que, de alguma forma, transformam-se em metas para os próximos dias.
Foi legal viver este momento. De muita aprendizagem. De evolução profissional.
Sentirei falta de conversar com a Raquel Belzi todos os dias, seja para ouví-la me dizer das coisas de sua família ou do trabalho. E a Priscila? Aquela mocinha loura que conquista e cativa todos que estão ao seu redor?
Sentirei saudades também da ansiedade. Das coisas que quase não dão certo e, de repente, dão, com muito trabalho, dedicação e paciência. Aí, as pessoas curtem, valorizam o seu trabalho e ficam fascinadas com tudo o que acontece. Foi muito bom saborear tudo isso.
Avalio este trabalho de 4 anos na Cultura como superação. Muitas vezes, não acreditava em mim, passei a acreditar e percebi, uma equipe que se compromete com a causa, que tem amor à arte e à cultura. Tudo ganhou, nestes anos, um brilho forte, uma cor vibrante, uma emoção singela trazida em nossos olhos.
Ao pessoal que prossegue na luta - muitíssima boa sorte! Estaremos sempre próximos, mesmo que seja em pensamentos. Somos uma família, compartilhamos juntos de muitas coisas, e nos encontramos nas lágrimas da alegria ou na dor por algo que não saiu como planejado.
Alguns amei logo de cara. Outros aprendi a gostar e a respeitar o trabalho. Saio, daqui alguns dias, com a certeza de que muito aprendi, muito ensinei... Seja nos conselhos, nas broncas, na vontade ou no prazer de se fazer o que gosta.
Os sorrisos ficam no coração, no respeito de boas lembranças. Os ventos sopram para um novo hesmisfério, não devemos deixar de buscar outros sonhos. Nunca. Isso eu também aprendi. Há a necessidade de planejar também a nossa vida. Por vias, estes mesmos ventos, sopram um futuro novo a ser desvendado. Não devemos nos amolecer, nem nos intimidar. Devemos compreender.

Além da equipe, devo agradecer ao meu grande padrinho, o Farid, que com o seu jeito sábio e sereno, trouxe-me um novo mundo a ser desvendado e degustado. Também agradeço ao Mansur, determinante para que eu decidisse o que querer do meu futuro! Além de chefe, um bom psicólogo, com seu senso de humor incrível.

Amo todos. E que a minha reflexão atinja aqueles que compreendem que tudo aquilo que se faz com muito amor, honra e fé merece o nosso respeito. A gente se completa sempre. Na ausência ou não.

E a vocês: um ótimo Natal e um 2009 repleto de saúde, paz e harmonia.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Um final-de-ano bravo...

Os últimos dias de 2008 têm sido difíceis. Na verdade, o ano de 2008 foi um ano difícil demais. Embora também tenha sido bom em alguns aspectos (por que nada é o tempo inteiro ruim).

Os pontos bons estão no coração e no lado profissional. No coração pela chegada de alguém que precisava chegar e tem transformado os meus dias em luzes e brilhos. No lado profissional, a grande vitória do Farid nas eleições municipais e os novos projetos desenvolvidos pela Secretaria da Cultura, com o Mansur. Tudo tem sido empreitadas de conhecimento, superação e ampliação de contatos. Cito, neste caso, especificamente o "Festival Paulista de Circo", realizado em setembro de 2008, na área da Hípica. Foram 5 dias de MUITO trabalho, compensados com o sucesso e novas amizades.

É que final de ano me deixa um pouco 'pra lá de Bagdá'. Fico emotivo, choroso, sensibilizado, irritado... Tudo parece ganhar uma proporção maior do que realmente é. Às vezes, vejo que algo pode dar mais certo a que errado, prefiro acreditar que vai dar errado.

Esta onda de pessimismo me desgasta muito! Por que, na real, sou muito otimista. Acredito muito que as coisas vão dar certo!

O pior deste ano foi o desgaste na descoberta das pessoas. As máscaras caíram de muita gente. Doeu. Foram madrugadas e madrugadas de pensamentos, de choros, de tentar estabelecer algum critério de caráter, enfim - às vezes o golpe vem de quem a gente menos espera.

Conviver com isso é o pior. Nunca fui um cara de ter inimigos. Naturalmente algumas pessoas não gostam de mim e eu delas. Porém, inimigos, gente que quer te ver mal, que te deseja mal, nunca imaginei que teria.

Hoje tenho.

É que, conforme a maturidade vem, nós vamos percebendo que não tem como 'ficar em cima do muro'. Não tem como ser de todos os lados. Aprendemos também que o egoísmo é um pouco importante. Não deve ser maior do que a solidariedade, mas é importante. Precisamos pensar em nós mesmos.

Enfim, aninho bravo este viu.

Está acabando. Na verdade, é o que eu mais quero.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Na torcida por Scotty!

Estou ansioso pelo episódio desta quarta-feira, 3 de novembro, de "Brothers and Sisters". Na verdade, não poderei assistir, pois irei para São Paulo participar do Seminário do Plano Nacional de Cultura, planejado pelo Governo Federal e Secretaria de Estado da Cultura.

Em virtude disso, já baixei o episódio pela internet. Mas deixei baixando durante a madrugada, e não tive tempo de ver ainda... Estou cheio de expectativas por que, este episódio, definirá a vida de Kevin (o advogado gay da família Walker). Com a ida de Jason à Malária, o coração de Kevin ficou vazio, não apenas com a viagem, mas com a falta de notícias de Jason. Ao mesmo tempo, o ex de Kevin, o engraçadíssimo Scotty, perdeu o seu emprego e, sem ter onde morar, aceitou retornar ao apartamento de Kevin até dias melhores chegarem.

Com isso, Kevin e Scotty reascenderam as chamas da paixão e se deram uma nova chance. Portanto, Kevin deixa claro a todo momento que ainda sente falta de Jason, deixando o coração de Scotty totalmente inseguro.

No episódio desta quarta, Jason retorna e bate na porta de Kevin. O que vai acontecer? Ah : isso ninguém sabe.

Química
Eu levanto a bandeira de Kev e Scotty, simplesmente por que quem acompanha desde os primeiros episódios sabe do carinho verdadeiro que há entre os dois. Scotty é capaz de tentar inverter a frieza que Kevin deposita no relacionamento, às vezes. Bem como Kev tenta apartar as exuberâncias de Scotty. Antes, os dois não deram certo, por que ambos não tinham defininido o que queriam para as suas vidas. Ambos eram imaturos. Desta forma, Kev se envolveu com outros caras bem como Scotty. Agora, mais maduros e cientes do que querem, notamos nos episódios a amargura de Kev por querer encontrar alguém que seja o seu companheiro por toda a vida... Assim como a paciência de Scotty ao lidar com as estranhas manias de Kevin. Não tem como negar o meu favoritismo para que Scotty faça parte da família Walker. A química dos dois é maravilhosa e emociona quem vê através da tela esta maravilhosa história de amor!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O buraco no coração de todos os brasileiros

Me comovo com esta história sempre. Sei que a mídia fez um espetáculo em cima da morte dela. Mas é que dói sempre que me lembra. E também acho que tudo o que forem fazer contra os assassinos (sejam eles quem forem) será pouco. Bem pouco.
Às vezes dá medo do rumo que a nossa sociedade está indo... Pra onde?

RELATO DE ANA CAROLINA OLIVEIRA À REVISTA 'VEJA' DESTA SEMANA:

"Tiraram a maior parte de mim"

Mãe de Isabella Nardoni, assassinada no dia 29 de março aos 5 anos de idade, a bancária Ana Carolina Oliveira diz que sua rotina hoje se resume ao trabalho e às sessões de terapia. "Chego em casa e vou dormir para não ter tempo de sofrer", diz. Em depoimento ao repórter Kalleo Coura, ela chorou diversas vezes ao se referir à filha. Só não quis falar de Nardoni e Anna Carolina, os acusados da morte da menina. "O que eu posso dizer é que ninguém das duas famílias me ligou até hoje para me desejar o que quer que seja."
"Duas semanas depois da morte de minha filha, comecei a fazer terapia. Se não fosse isso, iria enlouquecer. Estava sem chão, sem rumo, achava que a Isabella poderia voltar a qualquer momento – até hoje, às vezes, me pego pensando assim. Com a terapia, consegui chorar tudo o que eu tinha para chorar. Assim como a religião, ela não me ajudou a superar o que aconteceu, mas a ficar mais firme. Em maio, tentei voltar a trabalhar, mas não conseguia me concentrar. Acompanhava as notícias sobre a morte da minha filha pela internet, e isso me desconcertava, não conseguia produzir nada. Ficava arrasada quando voltava para casa e via que ela não estava me esperando, como sempre fazia. Resolvi tirar uma licença de três meses. Fui para um lugar fora de São Paulo, não atendia o telefone e só via televisão o dia inteiro, para me informar sobre o caso. Durante todo esse período e até hoje, a Isabella não sai da minha cabeça. Penso nela desde o momento em que acordo, enquanto estou trabalhando e na hora em que vou dormir. Aí, sonho com ela. Hoje, minha vida se resume ao trabalho. Chego em casa e tento dormir para não ter tempo de pensar no que aconteceu e sofrer. Pelo menos uma vez por mês, vou ao cemitério levar flores cor-de-rosa, as preferidas da Isabella. Quase todos os fins de semana, arrumo meu quarto, onde dormia junto com ela. Organizo os livros, enfeites, CDs e mensagens de apoio que continuo a receber. O quarto está como era antes, com o mesmo mural de fotos dela e com a maioria das suas coisas. Nos fins de semana, sempre planejava algo com ela, íamos ao parque, assistíamos a um filme juntas. Mesmo quando minha filha ficava com o pai, o domingo já estava reservado para esperá-la. Esse tempo que eu tinha com a Isabella hoje é livre, e eu simplesmente não sei o que fazer com ele. Não vou ao cinema, não saio para dançar, não vou a festas. Às vezes vou jantar com amigos, mas, de certa forma, me afastei um pouco deles. Algumas coisas já não fazem mais sentido para mim. Não tenho motivo nenhum para comemorar nada. Não sou feliz nem infeliz, diria que sou indiferente em relação à vida. Tiraram a maior parte de mim."

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Sobre muitas coisas.

Quem me conhece sabe, de fofoca quero distância.
É incrível como algumas pessoas ficam o tempo todo tentando jogar ou manipular as pessoas ou as situações.
Falta um 'tiquinho' de humanidade em cada um de nós!
As pessoas têm que parar de ser medíocres e falsas.
O ano de 2008 me trouxe muita coisa boa: um amor, novos segredos bons, viagens, trabalho reconhecido, eleição do Farid, etc. Mas também trouxe um desgaste emocional enorme por parte de algumas pessoas. Tem uma frase que diz mais ou menos assim: "O golpe vem de quem você menos espera". É bem isso.
Agora, quanto mais o tempo vai passando, mais eu vou conhecendo as pessoas, observando-as, tentando desvendá-las antes de ir expondo os meus pontos de vista.
Agora, uma coisa que me incomoda mesmo é joguinho.
Vou jogar as cartas sob a mesa também. Expor o que acho. O que penso. Como são e estão as coisas.
Vou falar que não sou moleque!
Que não sou de fofocas.
Que passei dessa fase há muito tempo.
E que só quero beber a minha cervejinha com os amigos nos finais de semana, trabalhar tranquilo, fazer a minha faculdade, amar muito... Só!